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News Motivacional Nº 206 PDF Imprimir E-mail

 

     

Qual é a ocasião certa para atender ao telefone?

Você talvez ria, mas de fato existe o momento certo de atender ao telefone. Se o levanta antes mesmo de acabar o primeiro toque, leva as pessoas a pensar que está ansioso demais. Se deixa que toque de 6 a 16 vezes, elas pensarão que você não está trabalhando naquele dia. A ocasião perfeita, profissional, de atender ao telefone é no terceiro toque.
Este é um dos motivos por que deve responder ao terceiro toque:
Primeiro toque: pare o que está fazendo
Segundo toque: clareie a mente e prepare-se.
Terceiro toque: atenda de forma cortes.
Agora, se você no decorrer da conversa precisar pedir para o cliente esperar, enquanto obtém informações. Tome cuidado no seguinte: nunca o mantenha o cliente esperando por mais de 17 segundos.
Sabe por quê? Porque quando você deixa uma pessoa esperando por um minuto ou mais, quando você volta à linha, simplesmente não é mais o mesmo ser humano que telefonou antes. Se ele ainda estiver na linha, não vai parecer à mesma pessoa. A espera prolongada é igual à venda perdida.

"Se cada um se ocupasse de seu trabalho, o mundo daria suas voltas com maior rapidez."
Lewis Carroll

"O discurso é a imagem das ações."
Sólon

"Só as grandes crenças proporcionam grandes emoções."
Honoré de Balzac

Todos somos diferentes...

Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Se reuniram e começaram a escolher as disciplinas.
O pássaro insistiu para que o vôo entrasse. O peixe, para que o nado fizesse parte do currículo também. O esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. O coelho queria de qualquer jeito a corrida.
E assim foi. Incluíram tudo, mas cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos.
O coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa, coelho". Ele saltou lá de cima e quebrou as pernas. Não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, nem cavar buracos.
Todos nós somos diferentes. Cada um tem uma coisa de bom. Não podemos forçar os outros a serem parecidos conosco. Vamos acabar fazendo com que eles sofram, e no final, não serão nem o que nós queríamos, nem o que eles eram.

Quanto à autoria das mensagens:
Estas mensagens foram, na sua maioria, enviadas por leitores ou coletadas na internet


 

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