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| Colhendo o que semeou... |
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Conta-se a história de um viúvo rico que deixou sua propriedade para seu único filho e sua nora, com uma condição, que ele tivesse permissão de viver no campo com ele pelo resto de sua vida. Depois de uns poucos anos, quando a herança tinha sido dilapidada, a nora se cansou da companhia do sogro idoso e disse ao marido que ele deveria sair dali. O filho concordou e deu a noticia ao pai. Poucos dias depois ele e o frágil homem saíram pela estrada poeirenta em direção a um asilo para cidadãos idosos mantido pelo estado. Sentindo dores nas pernas, o pai perguntou se podia descansar alguns momentos, sentando-se num tronco serrado para recuperar as forças para o último quilômetro e meio de jornada. Sentado ali, de repente pos a cabeça entre as mãos e começou a soluçar. O filho, com remorso, tentou se desculpar. Finalmente, o pai se controlou e pode falar: Não estou chorando porque vou para casa solitária para pobres e infelizes. Estou chorando por causa de meus próprios pecados. Quarenta anos atrás eu fiz esta mesma caminhada por esta estrada com meu pai e o levei a esse mesmo lugar. Estou vendo agora os resultados das más ações que semeei! O exemplo de honrar os pais que você transmite aos seus filhos vai determinar seu próprio futuro...
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Aprenda a desprender-se das coisas...
Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora. A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou impossível recuperá-lo. O homem tranquilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela. |