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Atendimento: Posso ajudá-lo? PDF Imprimir E-mail

Por incrível que parece a maioria das empresas estão perdendo seus clientes pela falha nos pequenos detalhes... Vou dar um exemplo. Antes que o cliente entre na loja os vendedores já disparam: "Posso ajudá-lo em alguma coisa?"... E o que o cliente responde: "Não, estou só olhando."

Fazem sempre essa pergunta e rece­bem 5O vezes por dia a mesma resposta durante anos - e o mais incrível ainda, nunca deixam de fazê-la. Este é o motivo por que continuam a fazer as mesmas vendas a vida inteira.
Como seria melhor ouvirmos: "Bom dia. Se tiver alguma pergunta meu nome é Ana. Enquanto isso pode olhar à vontade, pelo tempo que quiser."  Uma empresa que vem utilizando esse novo formato de atendimento é a Arezzo. Quando entramos na Arezzo, tem uma moça uniformizada, maquiada e com um belo sorriso no rosto: “Bem vinda a Arezzo. Se tiver alguma pergunta meu nome é Ana. Estamos com vários lançamentos. Fique a vontade."  Geralmente o cliente agradece e pergunta o preço ou detalhes de um produto que chamou a atenção.
O que aprendemos com isso: Jamais faça uma pergunta que convide a uma resposta negativa.  E o que é uma pergunta que convida a uma resposta negativa? Vamos pegar o nosso exemplo: Posso ajudá-lo com alguma coisa? Essa é uma pergunta que pode ser respondida com um sim ou um não. Se dá ao cliente essa opção, você marca as cartas contra si mesmo. As pessoas escolhem o não sobre o sim 90% vezes quando o vendedor lhes dá essa escolha.

 

 




Frase

"O segredo da criatividade é esconder bem as suas fontes." Albert Einstein


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Aprenda a desprender-se das coisas...

Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora. A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou impossível recuperá-lo.

O homem tranquilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.

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